Posts com a Tag ‘final’

Etnocentrismo, bairrismo, calvinismo, etc

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Quem me conhece, sabe o quanto eu reclamo da imprensa paulista. O quanto digo da megalomania de São Paulo que tem tudo maior do Brasil, etc. Porém, pelo que andei lento (é, li enquanto caminhava na Rio Branco), o CQC tomou porrada em Porto Alegre pelo simples motivo de ser paulista. Reproduzo também o post no Blog do Neto, meu companheiro de Transamérica:

———————————–

Bairrismo gaúcho – Link aqui!

Bem pessoal, eu dizia ontem que não tinha visto sinais de bairrismo em Porto Alegre. Retiro tudo o que disse. O que vi ontem no Beira-Rio foi uma verdadeira falta de bom senso da torcida do Inter. Vi repórteres como Luiz Ceará e Felipe Andreoli literalmente apanhando de alguns sujeitos que nos entitulavam de ‘paulistas’. É brincadeira?

“Vamô pegá esses paulistas aí!!!!”, gritava um. “Mata!!!”, dizia outro. Então queria só dizer pra vocês, caros amigos colorados, que nós sofremos com a falta de educação de vocês. Foi difícil demais trabalhar. Mas o apito final foi recompensador. Os tais paulistas fizeram “vocês” irem embora pra casa. Aliás, se quisesse já dava pra sair fora aos 30 minutos do primeiro tempo.

Bom, ia me esquecendo. Sem querer dar uma de politicamente correto, mas não foi a vitória dos paulistas contra os gaúchos. Foi a vitória do Corinthians sobre o Inter. Nós todos somos sim BRASILEIROS! Aprendam!

———————————————

Caramba!!!! Claro que eu repudia qualquer tipo de agressão. Ir trabalhar no estádio com medo de levar porrada é demais. Eu mesmo, de vez em quando, me pego com medo da torcida do Flamengo, que balança tanto aquela cabine… Mas agora, uma coisa me fez pensar: Será que a reação tão exacerbada (e exagerada também) dos gaúchos não é retrato de como os paulistas (a imprensa, hein) tem agido e tratado os outros? Caso a pensar…

Empate igual porém diferente

terça-feira, 28 de abril de 2009

O primeiro jogo da decisão do Campeonato Carioca entre Botafogo e Flamengo foi um empate de 2×2. O empate é um resultado igual, porque afinal de contas, o que vale mesmo no futebol é bola na rede e torcida vibrando. Mas os empates são também iguais em campo?

O Fogão começou melhor na partida. Ney Franco e seus treinos secretos trouxeram um jogador surpresa. Eduardo que já foi dispensado do elenco, treinava em separado, era o titular da camisa 6. Ney sempre apronta uma surpresa em final e elas sempre dão resultado. O alvinegro dominou a partida nos primeiros 20 minutos. Porém, como a lógica anda longe do futebol, o Flamengo abriu o placar num dos poucos momentos de ataque deste período. Pênalti em cima de Juan que foi o batedor. Após isso, o controle do jogo trocou de mãos. O Mengão, em vantagem no placar, se viu confiante para soltar-se a frente em busca do segundo gol, que só não saiu pela, já corriqueira, capacidade dos jogadores do Flamengo de perder gols e também por mérito do goleiro Renan e da defesa botafoguense.

Passado o susto do gol e o esfriado o ímpeto rubronegro, o Botafogo tomou as rédeas mais uma vez. E precisou de, apenas, 6 minutos para virar a partida. Primeiro, com Juninho de falta com cobrança ensaiada. Maicosuel passou o pé por cima da bola como faz em suas cobranças de pênalti, Juninho bate seco no meio da barreira e Íbson vira de costas. Tudo teatralmente ensaiadinho entre os três, porque só isso me explica o camisa 7 do Fla ser o único da barreira a tirar o corpo da trajetória da bola. O segundo gol foi um cruzamento na área. Reinaldo, 1,87m de altura disputa na cabeça com Íbson de 1,77m. 10cm sentimentro a menos que significaram bola na rede e fim de primeiro tempo.

Cuca voltou com um Flamengo diferente do intervalo. Josiel entrou no lugar de Zé Roberto que eu nem me lembrava que estava em campo. E olha que Ney Franco nem fez marcação individual a ele. Mas a alteração não surtiu qualquer resultado. O Botafogo dominava o meio-campo e na deixava o Fla atacar. Maicosuel aproveitou para tirar onda com a cara de Juan num belo drible. O lateral fez falta, reclamou, tomou cartão amarelo, fez cara feia, mas nem pensou em fazer um gol para empatar o jogo numa bela jogada para devolver na mesma moeda.

Enquanto isso, Bruno trabalhava e Renan descansava. O poderio do Flamengo estava realmente fraco. E quando o jogo caminhava para uma vitória alvinegra, dois problemas numa mesma jogada mudaram o destino. Reinaldo e Maicosuel se machucaram e tiveram de ser substituídos, jogando por terra o esquema de Ney Franco. O camisa 10 do Fogo passou a ser dúvida para o jogo final e o Flamengo viu acender a luz do empate no horizonte. Porém, atacando muito mais na vontade, o Mengão se via perdido em toques excessivos e falta de objetividade. Sem dar muito trabalho ao goleiro do Bota, o Flamengo conseguiu o empate num lance de raça e sorte Williams, que perdeu uma bola na lateral da sua área de ataque, não desistiu, retomou o pelota e cruzou para a área. Mas uma vez, um desvio do bom, porém mais sem sorte do zagueiro do Brasil, Emerson e o caroço morreu mansinho no fundo das redes. Era o empate, que me fez lembrar 2006, quando Bota e Fla empataram em 2×2 as duas partidas decisivas.

27/04/2009

Mengão campeão mais uma vez

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Talvez até não tenha sido justo, mas como no futebol o que importa sempre é a bola na rede e mesmo que contra, o Flamengo é CAMPEÃO mais uma vez da Taça Rio.

Fábio Luciano, Leonardo Moura e Íbson felizes com o troféu

Fábio Luciano, Leonardo Moura e Íbson felizes com o troféu

A vitória sobre o foguinho foi apertada, nervosa. Sei lá… difícil adjetivar desta vez. Eles não foram tão ruins assim para perder, mas também, o Flamengo não merecia ter saído do Maracanã hoje sem a chance de disputar o título carioca.

Sigo achando a cachorrada o time mais dedicado do campeonato (porque achava o bacalhau o melhor e sempre torço para o Mengão!). Porém, esse título leva para a Gávea, o ânimo necessário para jogar as duas últimas partidas com vontade de vencer. Pena que não leve dinheiro para pagar os salários.

A carta que nunca chegou (ou que nunca foi)

sábado, 13 de setembro de 2008

E finalmente aqui estou eu. A derradeira das mensagens. As últimas das palavras. Não fui eu quem quis assim. Mas como eu ainda não aprendi como controlar o destino das coisas, desta forma as coisas aconteceram.

Te juro que eu pensei muito antes de fazer isso tudo. Penso muito sobre isso todo dia desde fevereiro. Não quero mais ficar enchendo a sua cabeça com a minha tristeza e o meu “sarcasmo”. Fiz o que poderia ter feito para reverter uma situação irreversível. Imagina o que é conviver com isso por quase 3 meses calado… quieto. Agoniado sem poder gritar, triste sem poder chorar. Pelo menos agora, tenho certeza, que você percebe que estava tão errado comigo. O porquê dos torpedos melancólicos.

Eu não costumo me arrepender das coisas que faço. E tenha certeza de que enquanto você está lendo esta mensagem, eu estarei voltando pra casa brigando comigo por ter falado o que eu sabia. Mas, caramba, eu não estava mais conseguindo ser eu mesmo do jeito que tudo estava. Eu tinha que tomar uma decisão. Eu tinha que te mostrar o tanto que isso tudo que você fez me deixou magoado, como isso me feriu e eu tinha que parar de ser covarde e te enfrentar de frente. Eu precisava perder o medo de te perder. Agora eu penso: Por que eu tinha medo de perder você, se eu não te tive em 3 anos e meio??

Não poderia ficar brigando por um sentimento que nunca existiu e que queria, de qualquer forma, implantar dentro do seu coração. Mas também, assim como eu não sou o senhor do destino, também não sou o dono da verdade. Eu fiz tudo que pude. Lutei até onde tive forças, mas infelizmente, de um tempo pra cá, minhas forças para lutar pelo seu coração acabaram. E ainda mais se eu tenho que lutar com um alguém que não faz tanta força para conquistá-lo, percebo o quão é inútil, da minha parte, lutar. Eu desisti. Estendo a bandeira branca, abaixo as armas e me rendo de cara limpa e peito aberto. A luta acabou!! Os louros da vitória estão aí com você (ou vocês). Deixo que eu carrego a derrota e o fardo da reconstrução para o meu lado e que eu consiga aprender ainda mais da minha vida com mais uma derrota.

Você não faz idéia o quanto foi duro pra mim quando as peças começaram a encaixar. Eu fiquei triste… desapontado… me sentindo enganado… agredido e não sabia mais o que pensar. Me sentia (sinto) usado. Mas eu me conformo, afinal porque quando eu baixei a cabeça pela primeira vez (e foi por amor, um sentimento raro nos dias de hoje), eu me tornei submisso… virei o mais fraco. Me arrependo da submissão, me arrependo da fraqueza. E me arrependo porque isso levou a atitudes extremas como essa; um final com muita raiva, muito desgosto, que são sentimentos que eu não gosto, mas que não consigo deixar de sentir.
Daqui pra frente, me sobrarão um punhado de perguntas e nenhuma resposta. Perguntas às quais eu não tenho mais o direito de fazer e respostas que agora serão inúteis de você de dar.

Hoje percebo que tudo que fiz foi inútil pra fazer você me amar, né. Acho que por isso mais que sofro. Sofro porque vejo que não foi competente o suficiente pra te fazer bem! Todas as vezes que eu mandava torpedos dizendo que me sentia a pior pessoa do mundo é porque eu me sinto mesmo assim. Porque se ser trocado 1 vez já é ruim, imagina 4!!!

Sei que temos maneiras diferentes de ver as coisas. De sentir a vida. E você é muito mais experiente nisso do que eu. Eu nunca tive o amor da minha vida. Nunca tive que me mudar de inúmeras formas pra me sentir uma pessoa melhor e ser melhor pra pessoa que eu amo. E você que me mostrou que a gente pode ser melhor quando a gente quiser. Mesmo contra tudo e mesmo contra todos. Mas você também fez questão de me mostrar que a gente pode, sim, ficar desapontado com o amor da nossa vida. Desapontado a ponto de não saber se o amor realmente vale a pena. Certamente, a lembrança que levarei de você aqui no meu coração daqui pra frente não será a das melhores. Não queria que fosse assim. E tenho certeza que você nunca vai entender o que eu sinto e vou sentir no futuro. Mas ainda guardarei uma grande quantidade de carinho, afeto e todos os sentimentos que sinto por ti. Desfazer-me deles é impossível, mas depois disso tudo que aconteceu, a minha única saída é me conformar pela última vez e seguir o caminho em diante. Quanto a ti, a única coisa que eu espero é que, em um dia qualquer, pare e pense em nas coisas que aconteceram. Veja suas atitudes. Nunca fui de condenar qualquer atitude sua e não agora que farei isso. Se você agiu assim é porque na sua cabeça estava certa. Para mim, esta não foi a maneira mais franca de agir, mas enfim, o que eu importo para você de agora em diante mesmo?

E logo agora que você encontrou seu amor agora, né. Vá em frente. Aproveite. Seja feliz. Faça o que seu coração mandar, como eu fiz. Desejo-te muita sorte no seu amor e que nunca apareça alguma coisa pra puxar o seu tapete e te jogar no chão (ou te trazer de volta à realidade). Mas vê se deixa o amor invadir o seu peito. Isso foi uma das melhores coisas que eu senti na vida. Vai ser melhor para você mesma. E quando isso acontecer, cuide de seu amor. Dê carinho, compaixão, alegria. Assim termino. Pedindo desculpas pela última vez. Desculpas por quando o amor invadiu o meu, eu não ter dado carinho, compaixão, alegria. Eu falhei e você foi procurar esses sentimentos com outra pessoa. Agora sim eu tenho um motivo para eu me martirizar até o último dia da minha vida. Eu não soube amar o amor da minha vida.

Despensando em você

sábado, 16 de agosto de 2008

E finalmente aqui estou eu. A derradeira das mensagens. As últimas das palavras. Não fui eu quem quis assim. Mas como eu ainda não aprendi como controlar o destino das coisas, desta forma as coisas aconteceram.

Te juro que eu pensei muito antes de fazer isso tudo. Penso muito sobre isso todo dia desde fevereiro. Não quero mais ficar enchendo a sua cabeça com a minha tristeza e o meu “sarcasmo”. Fiz o que poderia ter feito para reverter uma situação irreversível. Imagina o que é conviver com isso por quase 3 meses calado… quieto. Agoniado sem poder gritar, triste sem poder chorar. Pelo menos agora, tenho certeza, que você percebe que estava tão errado comigo. O porquê dos torpedos melancólicos.

Eu não costumo me arrepender das coisas que faço. E tenha certeza de que enquanto você está lendo esta mensagem, eu estarei voltando pra casa brigando comigo por ter falado o que eu sabia. Mas, caramba, eu não estava mais conseguindo ser eu mesmo do jeito que tudo estava. Eu tinha que tomar uma decisão. Eu tinha que te mostrar o tanto que isso tudo que você fez me deixou magoado, como isso me feriu e eu tinha que parar de ser covarde e te enfrentar de frente. Eu precisava perder o medo de te perder. Agora eu penso: Por que eu tinha medo de perder você, se eu não te tive em 3 anos e meio??

Não poderia ficar brigando por um sentimento que nunca existiu e que queria, de qualquer forma, implantar ele dentro do seu coração. Mas também, assim como eu não sou o senhor do destino, também não sou o dono da verdade. Eu fiz tudo que pude. Lutei até onde tive forças, mas infelizmente, de um tempo pra cá, minhas forças para lutar pelo seu coração acabaram. E ainda mais se eu tenho que lutar com um alguém que não faz tanta força para conquistá-lo, percebo o quão é inútil da minha parte lutar. Eu desisti. Estendo a bandeira branca, abaixo as armas e me rendo de cara limpa e peito aberto. A luta acabou!! Os louros da vitória estão aí com você (ou vocês). Deixo que eu carrego a derrota e o fardo da reconstrução para o meu lado e que eu consiga aprender ainda mais da minha vida com mais uma derrota.
Você não faz idéia o quanto foi duro pra mim quando as peças começaram a encaixar. Eu fiquei triste… desapontado… me sentindo enganado… agredido e não sabia mais o que pensar. Me sentia (sinto) usado. Mas eu me conformo, afinal porque quando eu baixei a cabeça pela primeira vez (e foi por amor, um sentimento raro nos dias de hoje), eu me tornei submisso… virei o mais fraco. Me arrependo da submissão, me arrependo da fraqueza. E me arrependo porque isso leva a atitudes extremas como essa; um final com muita raiva, muito desgosto, que são sentimentos que eu não gosto, mas que não consigo deixar de sentir.
Daqui pra frente, me sobrarão um punhado de perguntas e nenhuma resposta. Perguntas as quais eu não tenho mais o direito de fazer e respostas que agora serão inúteis de você de dar.

Hoje percebo que tudo que fiz foi inútil pra fazer você me amar, né. Acho que por isso mais que sofro. Sofro porque vejo que não foi competente o suficiente pra te fazer bem! Todas as vezes que eu mandava torpedos dizendo que me sentia a pior pessoa do mundo é porque eu me sinto mesmo assim. Porque se ser trocado 1 vez já é ruim, imagina 4!!!

Sei que temos maneiras diferentes de ver as coisas. De sentir a vida. E você é muito mais experiente nisso do que eu. Eu nunca tive o amor da minha vida. Nunca tive que me mudar de inúmeras formas pra me sentir uma pessoa melhor e ser melhor pra pessoa que eu amo. E você que me mostrou que a gente pode ser melhor quando a gente quiser. Mesmo contra tudo e mesmo contra todos. Mas você também fez questão de me mostrar que a gente pode sim ficar desapontado com o amor da nossa vida. Desapontado a ponto de não saber se o amor realmente vale a pena. Certamente, a lembrança que levarei de você aqui no meu coração daqui pra frente não será a das melhores. Não queria que fosse assim. E tenho certeza que você nunca vai entender o que eu sinto e vou sentir no futuro. Mas ainda guardarei uma grande quantidade de carinho, afeto e todos os sentimentos que sinto por ti. Desfazer-me deles é impossível, mas depois disso tudo que aconteceu, a minha única saída é me conformar pela última vez e seguir o caminho em diante. Quanto a ti, a única coisa que eu espero é que, em um dia qualquer, pare e pense em nas coisas que aconteceram. Veja suas atitudes. Nunca fui de condenar qualquer atitude sua e não agora que farei isso. Se você agiu assim é porque na sua cabeça estava certa. Para mim, esta não foi a maneira mais franca de agir, mas enfim, o que eu importo para você de agora em diante mesmo?

E logo agora que você encontrou seu amor agora, né. Vá em frente. Aproveite. Seja feliz. Faça o que seu coração mandar, como eu fiz. Desejo-te muita sorte no seu amor e que nunca apareça alguma coisa pra puxar o seu tapete e te jogar no chão (ou te trazer de volta à realidade). Mas vê se deixa o amor invadir o seu coração. Isso foi uma das melhores coisas que eu senti na vida. Vai ser melhor para você mesma. E quando isso acontecer, cuide de seu amor. Dê carinho, compaixão, alegria. Assim termino. Pedindo desculpas pela última vez. Desculpas por quando o amor invadiu o meu, eu não ter dado carinho, compaixão, alegria. Eu falhei e você foi procurar esses sentimentos com outra pessoa. Agora sim eu tenho um motivo para eu me martirizar até o último dia da minha vida. Eu não soube amar o amor da minha vida.