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Alô, Mamãe. Eu tô no Extra!
1 de dezembro de 2011Alô alô Realengo, aquele abraço
13 de abril de 2011Quarta-feira, 13 de abril de 2011. Fim da Nova Era do Radio Esportivo! Me sinto responsável direto por isso. Não pelo fim, mas pela nova Era. Se você, companheiro, que está lendo isso aqui e se sente também, pode abrir um enorme sorriso. Vc é parte da virada das transmissões de rádio na segunda década do século XXI.
Antes da gente, As AMs eram estações com som chiado, de difícil sintonia e suas cobras criadas que sabiam tudo de futebol. Mas nós chegamos. Nossa frequencia era (é) decadente e nossas cobras criadas estavam na jaula do zôo. Era 2 de agosto de 2008. Agosto é o mês do desg… ops… da alegria. Alegria no rádio. Porém elas vieram atrás. E vieram grande! Comprando frequencias FM, dinamitando o dial, limpando seu som, distribuindo poções de juventude porque queriam transformar seus velhinhos. Vieram para nos engolir ou nos copiar, não sei bem. Mas lá ficamos. Nunca nos deram força, mas fomos fortes. Nunca nos deram apoio, mas nos tornamos grande. Nunca nos deram carinho, mas fomos unidos. D-O C-O-M-E-Ç-O A-O F-I-M! Fim? Que fim? Um fim é um começo.
Um pequeno desabafo. Obrigado Leo por ter me ajudado a realizar meu sonho de garoto e aos queridos companheiros que escreveram um capítulo de livro em qualquer dicionário de comunicação deste país de daqui a 20 anos. hehehehehe
Marina Machado e Samuel Rosa – Grilos
20 de setembro de 2010Aliás, de novo, a dona do belo par de olhos castanhos cantando essa música deve ser é genial!
E pra quem não sabe, essa música é do Erasmo Carlos.
Trilha de abertura – Transamérica Esportes Rio
20 de setembro de 2010Uma motivação para voltar a escrever:
Pode ser um trabalho bombando? Pode ser um belo par de olhos castanhos? Pode ser a crise estupefata de um HecaCampeão Brasileiro?
Sim! Tudo isso é motivo. Mas agora, o que falta mesmo é tempo para escrever. Então, para repensar na volta, a trilha de abertura do meu trabalho mais apaixonante! (Assim como aquele belo par de olhos castanhos)
Me tuite, mas com cuidado! hehehehehe @feluco
Algodão e esparadrapo
18 de maio de 2010Minha história merecedora da Terceira camisa do Flamengo na promoção da Olympikus.
http://www.primeiracamisamengao.com.br/vencedores
Era 1980. O Flamengo tinha acabado de ser campeão brasileiro. Eu tinha 3 anos e queria tanto ser igual ao Zico, que pedia para minha mãe pentear meu cabelo igual ao dele. Meu pai, um tricolor de coração grande, viu que não tinha jeito de vencer o poder do manto rubronegro e decidiu dar de presente ao garoto a camisa do Fla que ele tanto queria. Me levou a loja (era um armarinho dos anos 70) e pediu ao vendedor o modelo. Lá veio ela. Linda, rubronegra, tamanho P para uma criança gordinha. Mas ao meu pai pegar a camisa, o garoto (eu) não a reconheci. Era uma camisa rubronegra… era de algodão, mas tinha um número 11 feito em silkscreen dos anos 70 de cor PRETO nas costas. Apesar do CRF no peito, o moleque (eu) não reconhecia aquilo como seu manto sagrado. Meu pai, vendo minha expressão de infelicidade, não pensou 2 vezes. Correu na farmácia vizinha a loja, pediu um rolo de esparadrapo, voltou e cobriu o antigo 11 por um novo 10 em esparadrapo. Ali estava. A linda camisa 10 da Gávea! Meu rosto transformou-se em um sorriso maravilhoso e me pai não teve dúvida. Era aquilo mesmo que eu queria. Chegando em casa, a camisa esparadrapada ganhou um belo número 10 costurado. E assim eu tive a minha primeira camisa do Mengão!
