Arquivo da Categoria ‘Transamérica Esportes’

Pentatri – 31 vezes

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Empate igual porém diferente

terça-feira, 28 de abril de 2009

O primeiro jogo da decisão do Campeonato Carioca entre Botafogo e Flamengo foi um empate de 2×2. O empate é um resultado igual, porque afinal de contas, o que vale mesmo no futebol é bola na rede e torcida vibrando. Mas os empates são também iguais em campo?

O Fogão começou melhor na partida. Ney Franco e seus treinos secretos trouxeram um jogador surpresa. Eduardo que já foi dispensado do elenco, treinava em separado, era o titular da camisa 6. Ney sempre apronta uma surpresa em final e elas sempre dão resultado. O alvinegro dominou a partida nos primeiros 20 minutos. Porém, como a lógica anda longe do futebol, o Flamengo abriu o placar num dos poucos momentos de ataque deste período. Pênalti em cima de Juan que foi o batedor. Após isso, o controle do jogo trocou de mãos. O Mengão, em vantagem no placar, se viu confiante para soltar-se a frente em busca do segundo gol, que só não saiu pela, já corriqueira, capacidade dos jogadores do Flamengo de perder gols e também por mérito do goleiro Renan e da defesa botafoguense.

Passado o susto do gol e o esfriado o ímpeto rubronegro, o Botafogo tomou as rédeas mais uma vez. E precisou de, apenas, 6 minutos para virar a partida. Primeiro, com Juninho de falta com cobrança ensaiada. Maicosuel passou o pé por cima da bola como faz em suas cobranças de pênalti, Juninho bate seco no meio da barreira e Íbson vira de costas. Tudo teatralmente ensaiadinho entre os três, porque só isso me explica o camisa 7 do Fla ser o único da barreira a tirar o corpo da trajetória da bola. O segundo gol foi um cruzamento na área. Reinaldo, 1,87m de altura disputa na cabeça com Íbson de 1,77m. 10cm sentimentro a menos que significaram bola na rede e fim de primeiro tempo.

Cuca voltou com um Flamengo diferente do intervalo. Josiel entrou no lugar de Zé Roberto que eu nem me lembrava que estava em campo. E olha que Ney Franco nem fez marcação individual a ele. Mas a alteração não surtiu qualquer resultado. O Botafogo dominava o meio-campo e na deixava o Fla atacar. Maicosuel aproveitou para tirar onda com a cara de Juan num belo drible. O lateral fez falta, reclamou, tomou cartão amarelo, fez cara feia, mas nem pensou em fazer um gol para empatar o jogo numa bela jogada para devolver na mesma moeda.

Enquanto isso, Bruno trabalhava e Renan descansava. O poderio do Flamengo estava realmente fraco. E quando o jogo caminhava para uma vitória alvinegra, dois problemas numa mesma jogada mudaram o destino. Reinaldo e Maicosuel se machucaram e tiveram de ser substituídos, jogando por terra o esquema de Ney Franco. O camisa 10 do Fogo passou a ser dúvida para o jogo final e o Flamengo viu acender a luz do empate no horizonte. Porém, atacando muito mais na vontade, o Mengão se via perdido em toques excessivos e falta de objetividade. Sem dar muito trabalho ao goleiro do Bota, o Flamengo conseguiu o empate num lance de raça e sorte Williams, que perdeu uma bola na lateral da sua área de ataque, não desistiu, retomou o pelota e cruzou para a área. Mas uma vez, um desvio do bom, porém mais sem sorte do zagueiro do Brasil, Emerson e o caroço morreu mansinho no fundo das redes. Era o empate, que me fez lembrar 2006, quando Bota e Fla empataram em 2×2 as duas partidas decisivas.

27/04/2009

Final da Superliga Feminina de vôlei

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ela está dando mole por aí – TE010

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Início de mais uma competição continental para os times Cariocas. Lá vai mais uma para anotar no caderninho e juntar uma grana para comprar o pôster de campeão e colar na parede do quarto no final. Mas será que Vasco e Botafogo têm time para isso?

E o que é a Copa Sul-Americana? É a filha da Copa Mercosul, neta da Copa dos Campeões e aquela prima feinha da Libertadores. Prima feinha porque os clubes sem chances no Brasileirão e sem chances de classificar para a Libertadores, focam suas possibilidades de classificação na Sul-Americana. Mas no ano seguinte, quando começam a disputa, usam times de reservas.

HORA DA DINAMITE EXPLODIR

Começamos com o Vascão da Colina. A primeira partida é quarta, 13/08, contra o Palmeiras em São Janu e a transmissão você acompanha com a galera Transamérica em 101,3 FM. Uma das maiores partidas da história recente do Vasco foi numa decisão de Copa Mercosul. Mas agora o negócio é diferente. E se levarmos em consideração a campanha no Brasileirão, melhor o Tita escalar aquele time de 2000.

Não adianta esperar uma luz divina do passado para alterar o presente. O que vale é buscar a melhor alternativa para o problema, que no caso é todo o elenco que o próprio Tita disse que não está à altura do Vasco. Leandro Amaral não joga, Edmundo pode estar cansado da viagem e o time está de moral baixa após a goleada sofrida em Salvador. Então, Tita, quem sabe a solução seja um esquema prudente para garantir que a partida de volta em São Paulo seja, realmente, um jogo que ainda valha algo para o futuro da competição?

BOTA FOGO NISSO

Já para o Fogão, tudo está as mil maravilhas. O time subiu meteoricamente no Brasileiro, Jorge Henrique ficou, a venda de camisas aumentou na loja oficial do clube e até as obras de recapeamento da São Clemente terminaram! Boa fase é isso aí mesmo! E está mais do que na hora de aproveitar esse período, com o mando de campo, lotar o Engenhão e fazer uma partida perfeita contra o Atlético Mineiro. Nós estaremos lá contando tudo para vocês. O Galo tem sempre levado a pior diante do Botafogo nas competições mata-mata e, lógico, que desta vez não pode ser diferente. A cada partida, o padrão tático que Ney Franco deu ao time tem ficado cada vez mais evidente e nada melhor do que uma competição continental para confirmar a ascensão alvinegra.

Transamérica Esportes – 13/08/08

Compro ouro – TE009

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Ligo a TV, vejo os Jogos Olímpicos e fico pensando: “Como esse mundo competitivo de hoje em dia é extremamente injusto!” Exemplo disso? O nadador americano Michael Phelps. O cara ganhou 6 medalhas de ouro nas últimas Olimpíadas, mas foi considerado um fracassado, só porque não bateu o recorde de outro americano, Mark Spitz, de 8 medalhas de ouro numa única competição. Caramba! O Phelps sozinho em Atenas ficou na frente do Brasil no quadro geral! (5 ouros, 2 pratas e 3 bronzes). E agora em Pequim… ou Beijing… ou sei lá onde na China ele carrega esse peso nas costas. Ou ganha 8 ouros dessa vez ou você será o eterno fracassado.

Digamos que o cara ganhe mais 5 douradas desta agora. Serão 13 medalhas de ouro! Uma marca impressionante. O Brasil inteiro (Diego Hipólito, Ronaldinho Gaúcho, Robert Scheidt, você, eu) precisa de umas 3 Olimpíadas para conseguir 13 medalhas de ouro! O cara é um fenômeno? É e pronto. Marcou a história dos Jogos Olímpicos como o maior nadador que já passou pelas piscinas e isso é fato.

A Seleção Canarinho de kimono azul

As primeiras medalhas brasileiras em Beijing… ou Pequim… ou sei lá onde na China saíram. E foram três medalhas de bronze no judô. Aliás, uma delas vale até para entrar para a história do esporte brasileiro. Pela primeira vez, uma mulher conseguiu uma medalha individual numa Olimpíada. A dona deste feito foi a judoca de Brasília Ketleyn Quadros. Alegria na Capital Federal! Agora, quem sabe alguém tome vergonha na cara para lá, nem que seja na base do ippon! Nossos outros medalhistas foram os paulista, favoritos para o ouro, Leandro Guilheiro, que já havia sido prata no Pan do Rio e Tiago Camilo, atual campeão mundial. Esse é o judô moleque, o judô arte canarinho! Agora só falta entrar o Zagallo gritando na tv: “MEDALHA NO JUDÔ TEM 13 LETRAS!”

Transamérica Esportes – 12/08/2008