Trac Trac
Os Paralamas Do Sucesso Composição: Fito Paez
Não, não passa o tempo
Ao menos para mim
Tomo comprimidos e sigo sem dormir
Vejo tantos portos, não há onde atracar
Já não existem laços, alguém cortou
Trac, trac, trac
Todos os perfumes, todo aquele lugar
Todas as misérias e tudo mais que há
Cada movimento do sol sobre você
Cada móvel velho e cada anoitecer
Yeah, yeah…
Dá-me tu amor, solo tu amor
Solo dá-me tu amor
Poucas garantias há para nós dois
Nada neste mundo tem tanto valor
Todos os vizinhos parecem saber
E lançam seus olhares sobre eu e você
Yeah, yeah…
Veio todo mundo, a Rádio e a TV
Veio o comissário, anjos do céu também
Todos querem algo, sangue ou não sei quê
Em todo Universo nada lhes dá mais prazer
Yeah, yeah…
Dá-me tu amor, solo tu amor
Solo dá-me tu amor
Um dos clipes mais maneiros. Centro do Rio, anos 90. Ônibus velho, correria e ainda uma música num post cheio de mensagem subliminar! hahahahahaha
De: Fernando Luiz Costa <feluco@gmail.com>
Para: Xxxxxx <xxxxxxx@gmail.com>
Data: 14 de maio de 2006 04:56
Assunto: Um pedaço de mim
Bom,
Como te disse… sexta-feira fui pensando em uma coisa e acabei falando outra. Não queria te machucar com as minhas palavras. Só queria que você soubesse tudo que se passa pela minha cabeça. As palavras até tivessem um pouco de ódio, raiva… também mas por não me sentir conformado com as coisas do jeito que elas foram. Tem horas que eu penso que você está até dando graças a Deus por eu ter ido embora. Tem horas que eu acho que você não sofre… nem um pouquinho. E eu todo triste pelos cantos, fico ainda mais triste por isso. Um dia se você tiver coragem de ouvir e eu tiver coragem de falar, quem sabe você saiba. Mas como eu sempre sou o tolo apaixonado, acabei falando outra coisa completamente diferente. Não sei se você percebeu, mas quando você chegou, eu evitava te encarar, para justamente falar o que eu pensava. Mas enfim, não consegui. Então escolhi duas musiquinhas pra mostrar o momento:
1) O que eu queria dizer O Que Me Importa
(Marisa Monte)
O que me importa
seu carinho agora
Se é muito tarde
para amar você
O que me importa
se você me adora
Se já não há razão
para lhe querer
O que me importa
ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis
você nem mesmo soube
dar amor
O que me importa
ver você chorando
Se tantas vezes
eu chorei também
O que me importa
sua voz chamando
Se pra você jamais
eu fui alguém
O que me importa
essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar
tem mais tristezas
pra chorar
que o seu
O que me importa
ver você tão triste
Se triste fui
e você nem ligou
O que me importa
o seu carinho agora
Se para mim
a vida terminou
2) O que eu realmente fiz
Nada Prá Mim
(Ana Carolina)
Eu não vim aqui
Pra entender ou explicar
Nem pedir nada pra mim
Não quero nada pra mim
Eu vim pelo que sei
E pelo que sei
Você gosta de mim é por isso que eu vim
Eu não quero cantar
Pra ninguém a canção
Que eu fiz pra você
Que eu guardei pra você
Pra você não esquecer
Que eu tenho um coração
E é seu
Tudo mais que eu tenho
Tenho tempo de sobra
Tive você na mão
E agora
Tenho só essa canção
Mas, a medida que o ônibus foi chegando ao Méier, eu fui ficando mais triste. Por quê? Porque quando você descesse, eu sabia que me sentiria a pior pessoa do mundo (como sempre, né). (nota do autor: esse momento também virou música)Foi só você se levantar e caminhar em direção a porta que as lágrimas vieram aos meus olhos… veio também um gosto amargo na boca… sei lá… tristeza… despedida… fracasso… carinho… e aquele velho filme passando na minha cabeça. Aquele que eu disse que eu e essa minha memória de elefante não me deixam esquecer. Preciso comprar a máquina do “Brilho Eterno de uma Mente sem lembranças”. Ah… que vontade de esquecer minhas lembranças. Só pra poder te deixar em paz de mim para sempre. Enfim, acho que de todas, aquela foi a despedida mais dolorida que tive de você. Não estava preparado pra seguir meu caminho sem ter você ao meu lado. Mas infelizmente acho que daqui pra frente, terá de ser só eu… sozinho e com o tal do filme que não pára de passar… passar… passar…
3) Tenho medo do futuro! Partir, Andar
(Herbert Vianna)
Partir, andar, eis que chega
É essa a velha hora tão sonhada
Nas noites de velas acesas
No clarear da madrugada
Só uma estrela anunciando o fim
Sobre o mar, sobre a calçada
E nada mais te prende aqui
Dinheiro, grades ou palavras
Partir, andar, eis que chega
Não há como deter a alvorada
Pra dizer, um bilhete sobre a mesa
Pra se mandar, o pé na estrada
Tantas mentiras e no fim
Faltava só uma palavra
Faltava quase sempre um sim
E agora já não falta
Eu não quis
Te fazer infeliz
Não quis
Por tanto não querer
Talvez fiz
Vou ficando por aqui. Uma partida sem vontade de ir embora. Um tchau sem querer dizer adeus, uma despedida sem lágrima (afinal, você não gosta de chorar e nem que choremos, né). Você sabe que eu estarei aqui. Vendo o filme… sempre. Todas as sessões, todas as matinês. Mas se eu puder te pedir uma última coisa, queria que, se alguma coisa acontecer comigo, saiba que tudo que eu sinto por ti é algo tão especial que nenhuma palavra pode descrever. Saiba que sou sorriso me fazia feliz, seu olhar me fazia bonito, seus beijos me fazia apaixonado e seu amor me fazia o maior homem do mundo. O amor acabou e o maior do mundo também.
Fui…
PS.:
4) Se o Frejat pode, eu também posso
Homem não chora
(Frejat/Alvin L.)
Homem não chora
nem por dor
nem por amor
e antes que eu me esqueça
nunca me passou pela cabeça
lhe pedir perdão
e só porque eu estou aqui
ajoelhado no chão
com o coração na mão
não quer dizer
que tudo mudou
que o tempo parou
que você ganhou
Esse meu rosto vermelho e molhado
e só dos olhos pra fora
todo mundo sabe
que homem não chora
Homem não chora
nem por ter
nem por perder
lágrimas são água
caem do meu queixo
e secam sem tocar o chão
e só porque você me viu
cair em contradição
dormindo em sua mão
não vai fazer
a chuva passar
o mundo ficar
no mesmo lugar
Esse meu rosto vermelho e molhado
e só dos olhos pra fora
todo mundo sabe
que homem não chora
Kiss me, out of the bearded barley
Nightly, beside the green,green grass
Swing,swing,swing the spinning step
You wear those shoes and i will wear that dress
Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon’s sparkling, so kiss me
Kiss me down by the broken tree house
Swing me upon its hanging tire
Bring,bring,bring your flowered hat
We´ll take the trail marked on your father´s map
Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon’s sparkling, so kiss me
Kiss me,beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon´s sparkling, so kiss me
So kiss me
So kiss me So kiss me
Musiquinha de declaração de amor. Sabe… uma das minhas maiores frustrações na vida é que eu só recebi 1 vez na vida uma música com declaração de amor. E para piorar ainda a frustração é que aquele nem era o momento certo e eu não dei o valor devido que aquela declaração mereceu. Tudo bem… foi pelo telefone… foi de madrugada e eu estava com sono, mas eu queria que tivesse sido diferente. Aí hoje em dia não fica provas. Nem papel nem nada. Somente a minha lembrança (porque tenho certeza que quem fez a declaração nem lembra mais disso). Eu lembro. A música era da Cássia Eller – Meu Mundo Ficaria Completo (Com Você).
É a vida, Nando. Provas de amor não existem! É verdade, eu nunca vi uma! (e as que poderiam ter sido, rasguei! hahahahaha)
Strangers in the night exchanging glances
Wondring in the night
What were the chances wed be sharing love
Before the night was through.
Something in your eyes was so inviting,
Something in you smile was so exciting,
Something in my heart,
Told me I must have you.
Strangers in the night, two lonely people
We were strangers in the night
Up to the moment
When we said our first hello.
Little did we know
Love was just a glance away,
A warm embracing dance away and -
Ever since that night weve been together.
Lovers at first sight, in love forever.
It turned out so right,
For strangers in the night.