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Flamengo, o clube com mais grana no mundo (HAHAHAHAHA)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Veja a foto abaixo do Lancenet!

Júlio Cesar, Adriano, Juan e Felipe Mello fazendo jabá da seleção

Júlio Cesar, Adriano, Juan e Felipe Mello fazendo jabá da seleção

Um timaço do Flamengo! Vem cá, me expliquem: O Flamengo venceu todos esses caras, certo? Foram criados na Gávea, certo? Então, se o Flamengo vende to0das as suas jóias, tem mais dinheiro que o Real Madrid que só compra, certo?

Respostas para a redação.

PS.: Quase mandei um Photoshop lá no fundo (hehehe) da foto.

Etnocentrismo, bairrismo, calvinismo, etc

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Quem me conhece, sabe o quanto eu reclamo da imprensa paulista. O quanto digo da megalomania de São Paulo que tem tudo maior do Brasil, etc. Porém, pelo que andei lento (é, li enquanto caminhava na Rio Branco), o CQC tomou porrada em Porto Alegre pelo simples motivo de ser paulista. Reproduzo também o post no Blog do Neto, meu companheiro de Transamérica:

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Bairrismo gaúcho – Link aqui!

Bem pessoal, eu dizia ontem que não tinha visto sinais de bairrismo em Porto Alegre. Retiro tudo o que disse. O que vi ontem no Beira-Rio foi uma verdadeira falta de bom senso da torcida do Inter. Vi repórteres como Luiz Ceará e Felipe Andreoli literalmente apanhando de alguns sujeitos que nos entitulavam de ‘paulistas’. É brincadeira?

“Vamô pegá esses paulistas aí!!!!”, gritava um. “Mata!!!”, dizia outro. Então queria só dizer pra vocês, caros amigos colorados, que nós sofremos com a falta de educação de vocês. Foi difícil demais trabalhar. Mas o apito final foi recompensador. Os tais paulistas fizeram “vocês” irem embora pra casa. Aliás, se quisesse já dava pra sair fora aos 30 minutos do primeiro tempo.

Bom, ia me esquecendo. Sem querer dar uma de politicamente correto, mas não foi a vitória dos paulistas contra os gaúchos. Foi a vitória do Corinthians sobre o Inter. Nós todos somos sim BRASILEIROS! Aprendam!

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Caramba!!!! Claro que eu repudia qualquer tipo de agressão. Ir trabalhar no estádio com medo de levar porrada é demais. Eu mesmo, de vez em quando, me pego com medo da torcida do Flamengo, que balança tanto aquela cabine… Mas agora, uma coisa me fez pensar: Será que a reação tão exacerbada (e exagerada também) dos gaúchos não é retrato de como os paulistas (a imprensa, hein) tem agido e tratado os outros? Caso a pensar…

A menina mais linda da festa é minha!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Amigos da Olympikus,

Como um representante de uma nação de 40 milhões de vozes e corações, venho em primeiro lugar dar as bosobe1as-vindas a Olympikus. O Brasil será ainda mais forte a medida que suas grandes marcas caminharem juntas. Flamengo e OLK é um casamento que tem tudo para ser cheio de sucesso. Em segundo lugar, agradecer por entender o que é o espírito da Nação Rubronegra. Estejam certos que, antes de julgar se a camisa é feia, bonita, pequena ou grande, nós (a Nação Rubronegra) recebemos vocês com sorriso no rosto e esperança no coração. Só não temos dinheiro no bolso porque somos o time do povão. hehehehe

Daí mesmo, lembrem-se que uma grande parcela desta torcida trabalhará amanhã para pagar o que comeu hoje. Imagine então o que faz para ver o seu time de coração no estádio! Imaginem então o que fariam para comprar o uniforme lindão do Mengão. Se ele tiver um preção, a Nação vai comprar um piratão. Então, camisas a preços populares, por favor.

E o últisobe2mo agradecimento e pessoal e cheio de ansiedade. Quer dizer então que eu, e meus 120 quilos, poderemos retornar a vestir o manto sagrado após 9 anos de incompatibilidade de corpos e tamanhos?

Sucesso, meus caros. Vocês verão o quanto é boa a recompensa de fazer bem ao Flamengo.

Um grande abraço,
Fernando Luiz Costa

Pentatri – 31 vezes

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Empate igual porém diferente

terça-feira, 28 de abril de 2009

O primeiro jogo da decisão do Campeonato Carioca entre Botafogo e Flamengo foi um empate de 2×2. O empate é um resultado igual, porque afinal de contas, o que vale mesmo no futebol é bola na rede e torcida vibrando. Mas os empates são também iguais em campo?

O Fogão começou melhor na partida. Ney Franco e seus treinos secretos trouxeram um jogador surpresa. Eduardo que já foi dispensado do elenco, treinava em separado, era o titular da camisa 6. Ney sempre apronta uma surpresa em final e elas sempre dão resultado. O alvinegro dominou a partida nos primeiros 20 minutos. Porém, como a lógica anda longe do futebol, o Flamengo abriu o placar num dos poucos momentos de ataque deste período. Pênalti em cima de Juan que foi o batedor. Após isso, o controle do jogo trocou de mãos. O Mengão, em vantagem no placar, se viu confiante para soltar-se a frente em busca do segundo gol, que só não saiu pela, já corriqueira, capacidade dos jogadores do Flamengo de perder gols e também por mérito do goleiro Renan e da defesa botafoguense.

Passado o susto do gol e o esfriado o ímpeto rubronegro, o Botafogo tomou as rédeas mais uma vez. E precisou de, apenas, 6 minutos para virar a partida. Primeiro, com Juninho de falta com cobrança ensaiada. Maicosuel passou o pé por cima da bola como faz em suas cobranças de pênalti, Juninho bate seco no meio da barreira e Íbson vira de costas. Tudo teatralmente ensaiadinho entre os três, porque só isso me explica o camisa 7 do Fla ser o único da barreira a tirar o corpo da trajetória da bola. O segundo gol foi um cruzamento na área. Reinaldo, 1,87m de altura disputa na cabeça com Íbson de 1,77m. 10cm sentimentro a menos que significaram bola na rede e fim de primeiro tempo.

Cuca voltou com um Flamengo diferente do intervalo. Josiel entrou no lugar de Zé Roberto que eu nem me lembrava que estava em campo. E olha que Ney Franco nem fez marcação individual a ele. Mas a alteração não surtiu qualquer resultado. O Botafogo dominava o meio-campo e na deixava o Fla atacar. Maicosuel aproveitou para tirar onda com a cara de Juan num belo drible. O lateral fez falta, reclamou, tomou cartão amarelo, fez cara feia, mas nem pensou em fazer um gol para empatar o jogo numa bela jogada para devolver na mesma moeda.

Enquanto isso, Bruno trabalhava e Renan descansava. O poderio do Flamengo estava realmente fraco. E quando o jogo caminhava para uma vitória alvinegra, dois problemas numa mesma jogada mudaram o destino. Reinaldo e Maicosuel se machucaram e tiveram de ser substituídos, jogando por terra o esquema de Ney Franco. O camisa 10 do Fogo passou a ser dúvida para o jogo final e o Flamengo viu acender a luz do empate no horizonte. Porém, atacando muito mais na vontade, o Mengão se via perdido em toques excessivos e falta de objetividade. Sem dar muito trabalho ao goleiro do Bota, o Flamengo conseguiu o empate num lance de raça e sorte Williams, que perdeu uma bola na lateral da sua área de ataque, não desistiu, retomou o pelota e cruzou para a área. Mas uma vez, um desvio do bom, porém mais sem sorte do zagueiro do Brasil, Emerson e o caroço morreu mansinho no fundo das redes. Era o empate, que me fez lembrar 2006, quando Bota e Fla empataram em 2×2 as duas partidas decisivas.

27/04/2009