Rio de Janeiro, 07 de junho de 2002
Mas
também não vou falar só de futebol. Senão cansa, né. E começo dizendo que
apesar da Copa, as coisas andam bem agitadas no mundo aí fora. Senão vejamos:
Não sei se é porque aumentou a cobertura da imprensa ou se aumentou mesmo, mas a violência anda absurda. Estão dando tiro para assaltar qualquer um, em qualquer carro em qualquer sinal na rua. Em vias escuras. Seqüestro, tráfico. E nem é só aqui no Rio. O país inteiro anda um bocado inseguro. Lá fora, a Índia e Paquistão estão prestes a se auto-destruir numa guerra idiota (mas toda guerra não é idiota?) Israel e Palestinos com atentados e bombas. Pô, será que acabou a compaixão pelo ser humano neste mundo? Será que ela já existiu algum dia? Como poderemos sensibilizar a comunidade mundial de que a violência precisa acabar? Acho que todos estão mobilizados, mas será que estamos realmente nos dispondo para acabar.
Com
a Copa, parece que também esfriaram as discussões para eleição presidencial.
Quer dizer, elas não esfriaram. Só estão espremidas nos noticiários entre um
Felipão e um Cafu. E querem saber de uma coisa? Eu não tenho vontade de votar
em nenhum desses que estão aí. E vocês sabem que quando eu cismo com alguma
coisa, pareço burro quando empaca. E eu cismei com todos os candidatos para
presidente. Sem
exceção. Noutro dia, escrevo dizendo os meus motivos para não gostar de todos
os candidatos.
Sei
que vocês não gostam desses assuntos pesados. Então vamos para as amenidades:
Vocês viram. Hélio Castro Neves ganhou de novo as 500 Milhas. O Helinho Aranha
está detonando os gringos na Indy. Quer dizer, nem tanto, mas nas 500 milhas
ele está sim. Tudo bem que foi meio que ajudado desta vez, mas o que importa
que quando apareceu a quadriculada, ele estava na frente. Acho que vou começar
uma campanha: Arrumem um carro para o Helinho correr na Fórmula 1. O Cristiano
da Matta já vai testar uma Toyota. Se arrumar vaga para estes e mais o Bruno
Junqueira, o Brasil vai ganhar várias corridas todo ano na F1.
Fui
um dia desses numa festa numa boate e tive completa certeza que lugares como
aquele não são mais pra mim. Acho que estou ficando velho ou coisa parecida.
Tudo bem que especialmente naquele dia, naquela boate, as coisas andavam meio
complicadas entre eu e a patroa. E isso pode ter influenciado. Mas aquela música
alta, barulhenta que eu não gosto, com as pessoas dançando coreografias que eu
não consigo acompanhar não fazem mais a minha cabeça. O quê? Se nós
brigamos. Naquele dia sim... quer dizer, não foi uma briga. Foi um enorme
mal-entendido. Ou vocês pensaram que a gente não brigava. Somos um casal
normal, ué. Aliás, eu tenho uma enorme vontade de falar para
vocês da minha namorada. A mulher que eu amo tanto, mas infelizmente, por cláusulas
contratuais, além da censura do Serviço Nacional de Inteligência e Conselho
de Segurança Nacional, eu estou restrito a manter esse certo mistério. Como já
me falaram, ela não existe. É uma invenção da minha cabeça. Talvez seja
mesmo, porque nunca vi menina tão maravilhosa quanto ela! Hahaha (Tá
apaixonado... lálálá... ainda bem que ela não vai ler isso daqui mesmo) Mas
o dia em que a verdade verdadeira vai chegar e digo mais, esse dia não está
longe não.
Recebi
um email pedindo para eu falar também sobre sexo. Querem que eu conte as minhas
experiências sexuais? Bando de tarados!!! Hehehe Mas está aí um ponto legal.
Coisas do tipo: Por que as meninas têm tantos pudores com sexo oral? Tudo bem.
Eu concordo que é uma coisa um tanto quanto complicada. Tem gente que tem nojo
e tal. E olha que essa é uma das missões mais fáceis pras meninas do que pra
gente. Afinal, como é horrível quando as coisas “não estão bem” com a
menina quando você vai chegando perto. Argh... Nando nojento!
Valeu!!